"Não são os que procuram a verdade que são perigosos, mas os que acham que a encontram".
Willy Ritschard
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Vivendo e aprendendo*
- Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. (aos 5 anos)
- Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite. (aos 6 anos)
- Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (aos 8 anos)
- Aprendi que minha professora sempre me chama quando não sei a resposta. (aos 9 anos)
- Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. (aos 11 anos)
- Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. (aos 12 anos)
- Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda arrumá-lo. (aos 13 anos)
- Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. (aos 25 anos)
- Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. (aos 29 anos)
- Aprendi que quando minha mulher e eu temos, finalmente, uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando nelas. (aos 35 anos)
- Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que perdê-los. (aos 40 anos)
- Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. (aos 41 anos)
- Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. (aos 42 anos)
- Aprendi que a época em que preciso realmente de férias é quando acabei de voltar delas. (aos 44 anos)
- Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de consegui-lo. (aos 47 anos)
- Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. (aos 50 anos)
- Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. (aos 51 anos)
- Aprendi que se você quer saber quem manda na família, é só observar quem usa o controle remoto da TV. (aos 52 anos)
- Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo, nunca acontece. (aos 64 anos)
- Aprendi que todas as pessoas que dizem “dinheiro não é tudo” geralmente têm muito. (aos 66 anos)
- Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. (aos 67 anos)
- Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. (aos 72 anos)
- Aprendi que amei menos do que deveria. (aos 88 anos)
- Aprendi que tenho muito a aprender. (aos 90 anos)
* texto retirado da revista Na Poltrona de 11/2001.
Sim! eu guardo velharias úteis...
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Sustentabilidade vs Sobrevivência (4)
Raulzito, com sua controversa e humilde sabedoria, já alardeava:
“O planeta como um cachorro eu vejo. Se ele não 'guenta' mais as pulgas, se livra delas num sacolejo”.
“O planeta como um cachorro eu vejo. Se ele não 'guenta' mais as pulgas, se livra delas num sacolejo”.
Bem, há muito de verdade nessa observação humoradamente catastrófica. Os fatos estão aí, fenômenos cada vez mais fortes e com conseqüências cada vez mais devastadoras. E não é somente nos ares tupiniquins, em quase todas as regiões do planeta está havendo eventos climáticos.
Será a mãe Gaia dando uma lição nos filhos rebeldes?
Não esqueçam: a Terra não precisa de nós, porém nós necessitamos da Terra.
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Será a mãe Gaia dando uma lição nos filhos rebeldes?
Não esqueçam: a Terra não precisa de nós, porém nós necessitamos da Terra.
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domingo, 6 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Tempo...
Sou nostálgico. Não deveria ser, mas sou. Tenho saudades de minha infância, dos brinquedos, das brincadeiras, da falta de responsabilidade (tá, ainda não sou muito responsável... rs), dos colégios que frequentei, dos natais a espera de presentes, dos presentes descobertos e abertos antes do natal (sim, eu procurava os presentes e abria todos antes do natal. Tudo discretamente, claro!). Tenho saudades de ficar brincando na rua até tarde, de fazer e empinar pipas, de brigar por causa das “bolinhas de gude” ou figurinhas “Ping Pong”.
Tenho saudade da época em que descobri que não era mais “tão inocente”, da época em que era o “máximo” beber inconsequentemente (tá, essa fase também não passou ainda), da época que experimentei meu 1º cigarro (e continuo só “experimentando” até hoje), da época que tinha cavanhaque comprido (quase 10 cm) e depois cabelo comprido.
Tenho saudades da época de faculdade, de matar aula pra ficar lendo, de ficar jogando os joguinhos de celular em plena explicação da revisão prá prova, de matar aula prá beber, de aprender coisas novas e interessantes (é, também ia prá estudar).
Porém, nada me deixa com mais saudade do que as pessoas. Sim, as pessoas. A simples idéia de que elas vêm e vão já me deixa “frustrado”, numa sensação de “impotência”. Odeio pensar que o tempo se encarrega de separar as pessoas. Pessoas que hoje são como “unha e carne” amanhã mal se cumprimentarão, pois descobrem que não tem mais nada em comum. Cada pessoa segue seu caminho, acabam casando, tendo filhos, indo morar noutra cidade, indo fazer MBA no exterior, frequentando academia depois do expediente, entram para alguma religião/seita/culto...
O tempo se encarrega de levar para longe as pessoas. Aliás, grande parte do “culpado” dessa história, é o tempo. Ele passa tão rápido e é tão rigoroso com suas regras, que sempre nos faz sentir falta de algo/alguém que foi e não volta. E a simples idéia de que, um dia, também irei, faz-me sentir falta de tudo o que não vi/conheci/experimentei/senti/etc. O tempo é algo inexplicável e “impiedoso”, ele simplesmente passa.
“Por isso tento não pensar no tempo... ele me tira o pouco tempo que tenho”.
Talvez a graça da vida resida justamente nisso: mudanças. Perceber que o "novo” só se instala depois que o “velho” foi jogado fora...
Porém, continuo sendo nostálgico.
Obrigado Jái por essa conversa tão interessante sobre o tempo e por dividir comigo um momento de inspiração... rs
Tenho saudades da época de faculdade, de matar aula pra ficar lendo, de ficar jogando os joguinhos de celular em plena explicação da revisão prá prova, de matar aula prá beber, de aprender coisas novas e interessantes (é, também ia prá estudar).
Porém, nada me deixa com mais saudade do que as pessoas. Sim, as pessoas. A simples idéia de que elas vêm e vão já me deixa “frustrado”, numa sensação de “impotência”. Odeio pensar que o tempo se encarrega de separar as pessoas. Pessoas que hoje são como “unha e carne” amanhã mal se cumprimentarão, pois descobrem que não tem mais nada em comum. Cada pessoa segue seu caminho, acabam casando, tendo filhos, indo morar noutra cidade, indo fazer MBA no exterior, frequentando academia depois do expediente, entram para alguma religião/seita/culto...
O tempo se encarrega de levar para longe as pessoas. Aliás, grande parte do “culpado” dessa história, é o tempo. Ele passa tão rápido e é tão rigoroso com suas regras, que sempre nos faz sentir falta de algo/alguém que foi e não volta. E a simples idéia de que, um dia, também irei, faz-me sentir falta de tudo o que não vi/conheci/experimentei/senti/etc. O tempo é algo inexplicável e “impiedoso”, ele simplesmente passa.
“Por isso tento não pensar no tempo... ele me tira o pouco tempo que tenho”.
Talvez a graça da vida resida justamente nisso: mudanças. Perceber que o "novo” só se instala depois que o “velho” foi jogado fora...
Porém, continuo sendo nostálgico.
Obrigado Jái por essa conversa tão interessante sobre o tempo e por dividir comigo um momento de inspiração... rs
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