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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Geração Google

Provavelmente você, eu e outros milhões de viciados em net, já acessamos o mais famoso e bem sucedido portal de buscas inventado. O Google já foi case de sucesso na época que eu ainda estava na faculdade (tá, não sou tão velho assim, me formei há um ano atrás), é odiado por muitos e amado por muitos mais, já virou tema central numa teoria conspiratória e etc, etc...
Não dá para negar a importância e influência que o Google tem em nossas vidas (adoro quando o dito cujo vem com aquela frase “você quis dizer...”), é até quase impossível imaginarmos nossa vida sem esse serviço. E, conversando com um amigo sobre o tema, ele me veio com essa pérola: “estamos vivenciando a Geração Google”.
Talvez nós, da famosa Geração Y (que no Brasil ganhou o nome de Geração Coca-Cola) não sejamos realmente integrantes da Geração Google (acho que é muita responsabilidade fazer parte de duas gerações em tão pouco tempo), na verdade somos meros espectadores.

A verdadeira Geração Google são os nascidos a partir de, mais ou menos, 1993 e que estejam hoje na adolescência (ou no começo dela). É a primeira geração que sabe onde buscar as respostas para quase todas as perguntas “cruciais”, é a geração que realmente sabe mais de interatividade, conectividade e atualidades tecnológicas do que qualquer outra geração da história.

O interessante disso é ver o quanta discrepância há entre as gerações, por exemplo, minha mãe tem “medo” de mexer no PC porque pode “estragá-lo”. Já meu de primo de 2º grau, no auge dos seus 4 anos, veio no meu PC e “esculhambou” com tudo, o moleque era quase um hacker...

É claro que não penso no Google somente como uma marca extremamente bem sucedida e que “cumpre o que promete”, penso nele como um agente social que, com suas ferramentas, integra, informa e conecta as pessoas... Quanto ao conglomerado Google e seus diversos tentáculos (ups, interesses) bem, isso é questão para os vários órgãos reguladores...

E então, você se considera dentro da “Geração Google”?


Obs.: Esta é a minha opinião sobre a Geração Google, há estudos que levantam certas dúvidas com relação ao autodidatismo dessa Geração, questionam sobre a relação entre faixas etárias vs tempo de conectividade, entre outras. Mas, se queres realmente saber um pouco mais, procura no Google...

sábado, 25 de abril de 2009

Filho sem net (2)

PQP!!!

Depois de algumas mandingas e muitos estresses, acredito que finalmente estou retornando a ativa... Acho que dessa vez resolvi meus problemas de acesso a net...

Sai prá lá zica!!!...hahaha...

Aos poucos pretendo atualizar as coisas por aqui e realizar algumas mudanças, principalmente no visual que tá deixando a desejar...

Abraços aos ocasionais leitores...

terça-feira, 31 de março de 2009

"Filho sem net"

Recentes fatos em minha net/modem/PC impediram meu acesso regular à grande web e fizeram-me pensar sobre o assunto... Não, eu não abandonei o fanática indecisão! Só a minha net/modem/PC é que ficaram fanaticamente indecisos em colaborar comigo (e pelo visto não se decidiram). Embora eu ainda esteja com problemas de acesso, tentarei manter o blog em condições (mínimas) de leitura.

Como tenho uma tendência em acompanhar “novidades ultrapassadas”, vou relatar um pouco de minha (recente) história com PCs e web. Meu 1º PC com acesso a “grande mãe rede” só veio parar em minhas mãos em 2006. É sei, realmente foi um pouco tarde, mas minhas condições nunca foram muito abastadas... rs... Pois bem, antes disso eu acessava esporadicamente a net em lan houses ou na empresa que trabalhava na época (qdo o chefe não tava, claro!). Não sentia falta, era algo que simplesmente não fazia parte do meu dia-a-dia.

Aí o tempo passa e consigo juntar uma grana prá trocar de PC. Para se ter uma idéia, meu antigo PC tinha o incrível espaço de 800mb no HD (nem sei como eu conseguia me divertir com ele). Troco de PC e coloco, finalmente, o acesso a net.
Que maravilha! Downloads de música, de jogos, de fotos; acesso irrestrito ao “tio kut”, MSN, emails (devo ter ainda umas 8 contas ativas); descubro um mundo de possibilidades em sites e, mais tarde, em blogs. Pois é, não vi o quanto estava viciado até ficar sem.

Semana passada minha net deixou de funcionar, fiz de tudo, desde “resetar” o modem até deixar oferendas na esquina, mas não adiantou. Meu grande amigo (quebra-galho/faz-tudo) Fabiano veio dar uma força, porém, embora ela tenha dado sinais de vida, a recuperação está lenta. E que momentos angustiantes esperando a conexão estabilizar! Que vontade de “tacar” o modem na parede... hahaha... O jeito foi apelar para meu outro vício: a leitura...

E nesses momentos que mesclavam revoltas, leituras e devaneios fiquei pensando no quanto somos viciados e dependentes dessa droga lícita chamada internet. A mesma que completou 20 aninhos há alguns dias atrás e que vem se expandindo em números absurdos. Já não há mais como pensar num mundo sem internet, somos uma aldeia global, tudo que fazemos, precisamos, sabemos, está relacionada de alguma forma a net. Pensem no caos que seria se houvesse uma “falha de sistema” (jargão muito utilizado que indica um problema não identificado geralmente deflagrado por alguém) em todos os principais servidores de net espalhados pelo mundo! Putz, eu acho que ia dar muita “cáca”... hahaha... Pois bem, é só um devaneio...

Mudando completamente de assunto, não posso deixar passar outro fato interessante:
Brown GP, inspirado principalmente em seu piloto mais experiente, adotou um novo slogan: “Yes, We Can”!
E eu acredito! Sempre acreditei que o Rubinho era o melhor piloto depois do Senna. E agora poderemos ver isso na prática. Nesse ano o Rubinho vai fazer suas as palavras de Zagallo “vcs vão ter que me engolir” ou talvez ele aprimore para "vcs vão ter que me seguir!"... hahaha... Grande Rubinho!

ah! o “filho sem net” é só um trocadilho ou brincadeira com um livro chamado “Pai sem computador” de Amilcar Neves.
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