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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Conectividade em números no Brasil

Para reforçar meu post anterior, segue vídeo bem bacana que ví no Mundo do Marketing onde traduz-se em números o alcance e poderio das redes sociais. São dados interessantes, curiosos e que nos fazem pensar no potencial de mercado existente, no tipo de vida que iremos levar adiante e nas oportunidades mercadológicas.

Claro que, reforça também a idéia de "ilhas digitais", cada um imerso em seu mundinho virtual "comunicando-se" com outros "mundinhos virtuais", porém, o bom senso deve predominar em cada um.



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domingo, 27 de dezembro de 2009

Reflexão (atrasada) de natal*



Ah, é natal! Época interessante e divertida. Tempo de desejar a felicidade alheia, de comprar presentes pra família, de cultivar a generosidade, de comer muita besteira e depois passar longe da balança.

Hoje vejo a data como outra qualquer, ou seja, é só mais um dia. Uma época que todo profissional de Marketing (como eu) adora, pois é a chance de trabalhar a imagem “generosa e simpática” da marca, alavancar vendas, “fazer” resultados e “atender os desejos e necessidades dos clientes”.

Porém, nos últimos anos venho revendo meus conceitos quanto ao natal (e outras datas), ao invés de ver somente uma época voltada para o consumismo desenfreado, com ideologias distorcidas, penso nele como uma época de rever certos atos, de melhorar certas questões, de reavaliar atitudes. Pelo fato de ser uma época em que todos estão agitados, eu me “fecho”, olho para dentro em busca das minhas “verdades questionáveis”.

Gostaria que as pessoas percebessem que a felicidade não pode ser comprada e entregue na forma de presente, que o “espírito natalino” deveria fazer parte de nosso cotidiano e não de nosso “fim de ano”.

Ah! Não esqueça que daqui a alguns dias teremos ano novo, época de fazer “promessas”. Você ainda lembra das que fez para 2009? Conseguiu cumprir alguma? Você é uma pessoa melhor depois de ter cumprido alguma promessa?

Bem, nada de pessimismos, 2010 está logo aí e promete muitas mudanças, desde as que podemos interferir, até as que não temos nenhum controle...

Então, desejo desde já aos ocasionais leitores um feliz 2010! Que possamos aprender mais, nos divertir mais, descobrir mais, destruir menos, poluir menos e, claro, viver intensamente cada momento/instante que são únicos e não voltam...

Abraços

Willian A. Provezi



*gostaria muito de ter postado antes, porém, estava sem acesso ao fanática (e a outros blogs) por uma falha generalizada de acesso... se der, talvez role mais uma postagem antes da virada...

terça-feira, 3 de março de 2009

Sustentabilidade vs Sobrevivência (2)

Após inúmeras tentativas, várias frustrações e incontáveis métodos de tortura imaginados (pensei em fazer um "tratamento de choque" em meu pc...hahahaha), finalmente consegui postar um vídeo... Agradeço ao meu amigo Fabiano pela colaboração, persistência e paciência em ajudar-me nesta empreitada... rs...
Eu queria postar esse vídeo há algum tempo, pois o mesmo tem tudo a ver com "sobrevivência e sustentabilidade" e esclarece melhor alguns pormenores sobre nossa cadeia de produção/exploração/consumo/descarte... O vídeo é fantástico, irônico e chega a ser assustador. Faz-nos repensar o estilo de vida tão almejado no dia-a-dia...
Esse vídeo em forma de documentário faz parte de um projeto bem bacana que busca conscientizar as pessoas sobre consumo e alertar para o problema dos excessos e da falta de informação...
Para saber mais, clique aqui.



Gostaria também de agradecer a minha amiga Regina que me apresentou o vídeo após algumas conversas acaloradas sobre o tema.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sustentabilidade vs Sobrevivência

Batman Begins;
O dia depois de amanhã;
Eu Robô;
O dia em que a Terra parou.

O que esses filmes possuem em comum?

Todos abordam questões ligadas aos seres humanos e suas interações com o planeta. Alguns de forma sutil (como é o caso de Eu, Robô e Batman) outros de forma escancarada (O dia depois de amanhã). Os filmes nos trazem um ou vários alerta(s), levantam questões interessantes e inquietantes... Não somos donos do mundo, somos meros parasitas terráqueos sugando todos os recursos disponíveis no planeta... Somos a única espécie habitante da Terra que possui a capacidade de moldar o ambiente ao redor e em larga escala. No entanto, utilizamos de forma errônea (e catastrófica, diga-se de passagem) todos os recursos disponíveis e nossa “inteligência”. Inteligência essa que nos diz que somos “semi-deuses”, que podemos fazer tudo e não nos preocupar com absolutamente nada.

O caso mais explícito de “inteligência humana” interferindo na mãe Gaia é o Mar de Aral, onde o governo da extinta União Soviética, no uso de seus “poderes” e visando estritamente o lucro, desviou rios e afluentes, transformando o que era um enorme mar, com inúmeras espécies de vidas, num extenso deserto salgado e inóspito. Estima-se que o pouco que resta desse ex-extenso lago salgado, irá desaparecer completamente no ano de 2010. Como esse há outros exemplos espalhados pelo mundo e também no nosso país. Esse é o legado que iremos deixar para o futuro?


Acreditem, a Terra há de cobrar um preço por toda essa exploração. A Austrália já registra sua maior catástrofe natural da história; nossa região, acostumada a enchentes e enxurradas, nunca havia registrado nada parecido com os fatos que ocorreram e novembro passado (lembrem-se que ficamos quase quatro meses “embaixo” de chuvas); a Europa e a América do Norte vem registrando temperaturas baixíssimas neste inverno, que é considerado um dos mais rigorosos da história recente. Há água onde nunca houve água, há seca onde nunca ouve seca. Há tremores de terra no Brasil e há ondas gigantes na Ásia.

Tudo bem, talvez seja tudo parte de um processo muito maior. Nossa história não registra determinados acontecimentos justamente porque eles não ocorreram nesse período documentado. Pode ser que existam determinados ciclos na natureza que se repetem a cada 100.000, 500.000 anos. Porém isso não nos deixa isentos de toda a destruição. A produção mundial só aumenta, o consumo dispara, cada vez mais pessoas tem acesso a “confortos” e tecnologias antes exclusivos de classes minoritárias. Só para citar dois exemplos: nunca se produziu tantos carros e tantos computadores e nunca se consumiu tanto esses produtos. A inovação é constante e o que era novidade ontem, transforma-se em artigo obsoleto hoje e sucata amanhã. Sem citar outros produtos nocivos ao meio ambiente (em última análise, é difícil encontrar um produto que não seja nocivo de alguma forma). O mundo não agüenta essa “superpopulação (super em números mesmo) superconsumindo os superprodutos supernocivos”.

Temos de repensar nosso modo de vida e começar a agir. Não temos tanto tempo quanto imaginamos.
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