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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Minha/Sua Verdade...



Minha Verdade é mais bonita do que a sua... Sua Verdade é mais sincera do que a minha...
Minha Verdade é mais inteligente do que a sua... Sua Verdade é mais madura do que a minha...
Minha Verdade é mais conveniente do que a sua... Sua Verdade é mais compreensiva do que a minha...
Minha Verdade é mais dolorosa do que a sua... Sua Verdade é mais profunda do que a minha...
Minha Verdade é mais aceitável do que a sua... Sua Verdade é mais honesta do que a minha...
Minha Verdade é mais perturbadora do que a sua... Sua Verdade é mais conveniente do que a minha...
Minha Verdade é mais arrebatadora do que a sua...Sua Verdade é mais sublime do que a minha...
Minha Verdade choca mais do que a sua... Sua Verdade machuca mais do que a minha...
Minha Verdade me deixa forte... Sua Verdade te deixa tranquila...
Minha Verdade vai me fazer superar... Sua Verdade vai te ajudar a esquecer... 

Minha/Sua Verdade...
Falamos da mesma verdade e não percebemos que a verdade tem ângulos diferentes...


Willian A. Provezi


 Venho pensando nisso faz dois dias.

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domingo, 6 de maio de 2012

Dez-a-bafo (5)


A vida não vem com um manual onde você possa consultar quando aparecem coisas inesperadas... Estou atravessando um caminho longo, uma jornada que tem muitas paradas e um destino incerto (tudo indo, só não se sabe para onde)...
Aprendemos com os erros, com o que perdemos, com o que nos é negado, já as coisas boas simplesmente vivenciamos. Mais ou menos como num jogo de videogame, existe a euforia de começar uma nova fase, no início os desafios e objetivos são fáceis de lidar, engraçados até. Porém, conforme o jogo avança, não há mais divertimento gratuito, ele é mesclado com a ansiedade de superar um desafio, vencer a fase. Às vezes ficam-se horas, dias até, na mesma fase, tentando passar pelos oponentes, tentando superar um obstáculo.  Chega a ser frustrante enquanto não se consegue, chega a dar raiva do jogo, uma sensação de “desprezo” toma conta e você até pensa em abandoná-lo, mas o desafio de conquista fala mais alto e você insiste, não percebendo que todas as tentativas frustradas te ensinam a não cometer o mesmo erro durante o jogo, não ir pelo caminho onde não vai ter saída ou será mais complicado. E então, depois de muitas tentativas, erros, frustrações e raivas, num belo momento você passa a fase. E esse momento é de “alívio”, um sentimento de euforia toma conta, mostrando que és capaz de absorver os erros e transformá-los em aprendizado para seguir adiante. Tudo lhe prepara para a próxima fase, o jogo continua e os desafios surgem, alguns se repetem, alguns são “complicadamente novos” e toda a euforia que sentias ao atravessar a fase vem por terra na hora em que entras em outra fase...

Assim como num jogo de vídeo game, a vida nos ensina através dos erros, das perdas, dos dias complicados e das noites sem dormir (com a única diferença de que você não consegue dar “restart” na vida). Mas as fases sempre passam e são mescladas com momentos de euforia e alegrias, não percebemos que tudo nos prepara para os próximos momentos, para as próximas fases. Os momentos bons servem para serem desfrutados, compartilhados, espalhados, é algo “macro”, por isso os vivenciamos intensamente. Já as fases ruins servem para serem absorvidas, servem para reflexões, para nos ensinar, para nos moldar, para nos fazer olhar algo com outros olhos, é algo “micro”, introspecção... E tudo nos ajuda na caminhada. E claro, precisamos também contar com a sorte, não se passa de uma fase para outra sem a sorte (tanto em vídeo games quanto na vida)...

“Nada dura para sempre, porém tudo pode ser eterno... depende da forma que você vê”... 
Willian A. Provezi

“Com a vitória você segue adiante, com a derrota você cresce” Willian A. Provezi

“... foi o fim de uma viagem e o guia estava errado...”  e  “pra quem quer saber porque ganha e porque perde, esqueci de mencionar mais uma dificuldade: ao contrário dos esportes, na vida nem sempre é fácil distinguir as vitória das derrotas” HGessinger sempre presente...

Fanática Indecisão em seguir adiante...

Willian A. Provezi

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Então, continuo indo (só não se sabe para onde)...

OK, eu reconheço: abandonei o Fanática Indecisão e o deixei jogado as moscas/traças (ou qualquer outro inseto que tenha passado por aqui)... Sim, as coisas mudaram e não consegui manter um fluxo de visitas/atualizações...

Nesse meio tempo muita coisa aconteceu, afinal faz quase 1 ano (!) que não apareço por aqui...
É interessante notar como as coisas mudam e continuam "estáticas", algo do tipo "... as vezes tudo muda e continua tudo no mesmo lugar..." (sim, HGessinger sempre presente)... aliás, uma das coisas interessantes que aconteceram nesse período foi justamente o fato de que o HG está alimentando(?) um blog - www.blogessinger.blogspot.com - com textos muito bacanas, pensamentos diversos e várias variações sobre o mesmo tema...

A idéia é continuar a aparecer por aqui e manter esse espaço de pensamentos aleatórios sobre tudo ou sobre o nada, embora eu saiba que tudo é incerto e que "só a mudança é pernanente..." ...

Embora não esteja por aqui com frequência, continuo por lá ocasionalmente @wprovezi

Abraços aos ocasionais (e insistentes) leitores...

Willian A. Provezi
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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Caminhos

Tá, eu sei, relaxei de novo com o fanática, não é intencional ou para gerar suspense… Simplesmente é uma combinação exata entre falta de conteúdo/falta de inspiração/falta de tempo/excesso de informação e afins (tá, tenho de virar o disco que isso já está meio “batido”).
Quando me perguntam “como estou” eu digo: indo, só não se sabe prá onde! Sim, continuo indo e sim, não sei prá onde… tanto faz o sentido que você dê a essa frase, no fim das contas ninguém sabe para onde está indo… Há algum tempo atrás escrevi para uma amiga uma frase que era mais ou menos assim: “o que seria da vida sem um desafio?!? sei que é clichê isso mas também é uma verdade, as coisas não vem de graça (mas podiam ser menos complicadas)...”

Na imensa sabedoria popular, há um ditado que diz: “às vezes é preciso dar um passo para trás para poder dar dois para frente”, estou aprendendo a dar um passo de cada vez... O fascinante da vida são as inúmeras possibilidades que existem em cada esquina ou curva do caminho.

Citando Gessinger (básico) “há mais de mil destinos em cada esquina...” e isso é algo que estou começando a compreender (sim eu já sabia, mas, saber não é compreender). “Velhos fantasmas” retornam, certos “medos” se insinuam no meu cotidiano e fico sem saber ao certo como caminhar. Parece que “forças ocultas tomam de assalto” empurrando ao desconhecido, a indecisão. Não sou bom com charadas e, por isso, não entendo a vida.

Talvez eu esteja exigindo demais ou talvez não esteja exigindo o suficiente. A coisa toda se confunde e você nunca sabe ao certo se está sendo testado, se esta no caminho errado ou se está fazendo tempestade à toa.

Só sei que nada sei...
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domingo, 30 de maio de 2010

Medos...

Eu tenho medo de barulhos no escuro (já percebeu como tudo fica mais barulhento?);
Eu tenho medo de lugares com água acima da linha da cintura (não sei nadar...);
Eu tenho medo de ficar sem palavras justo quando eles se fizerem necessárias...
Eu tenho medo de uma 3ª guerra mundial (não é preciso muito para ela começar);
Eu tenho medo de perder meus pais (sei que eles vão, só não gosto da idéia...);
Eu tenho medo de ficar sem amigos (já tenho poucos);
Eu tenho medo de não saber expressar o que sinto (sou péssimo com gestos)...
Eu tenho medo de pessoas com medo (animais acuados tendem a tomar atitudes drásticas);
Eu tenho medo de ficar velho e senil (meio senil eu já tô, só falta o velho);
Eu tenho medo de não viver tempo suficiente prá ver meus netos crescerem (nem filhos fiz ainda);
Eu tenho medo de morrer (é tudo tão legal aqui, então porque temos de ir?);
Eu tenho medo de não encontrar minhas respostas (perguntas eu tenho, até demais...)
Eu tenho medo de desperdiçar tempo com coisas inúteis...
Eu tenho medo de ficar cego (adoro ver a beleza de tudo);
Eu tenho medo de ficar mudo (adoro falar);
Eu tenho medo de não conseguir um emprego bacana (tá complicado);
Eu tenho medo de não conseguir escrever um livro (simplesmente não sei como fazer);
Eu tenho medo de não aprender com meus erros...
Eu tenho medo de ficar sozinho...
Eu tenho medo de multidões...
Eu tenho medo de não viver tempo suficiente prá fazer tudo o que quero...
Eu tenho medo de descobrir que perdi tempo demais com meus medos...


Willian A. Provezi

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Um ano de fanática indecisão...

Há exato um ano atrás, eu iniciava o Fanática Indecisão, um lugar onde podia compartilhar dúvidas, certezas, indecisões, críticas ou simplesmente meros devaneios. Quando iniciei não sabia ao certo o que escrever, só sentia uma “necessidade” de expressar em palavras certas impressões que eu tinha do mundo que me cerca. Aprendi muito com o blog, percebi detalhes que antes não via, descobri partes que julgava inexistentes.

Não é um espaço onde você irá encontrar inovações tecnológicas (até por que, eu sou fã de muitas “novidades ultrapassadas”), não é um lugar onde você possa buscar referências para redigir um trabalho ou um lugar que esteja “antenado” com as últimas tendências sobre “tudo”.

É o meu canto, um espaço que criei para compartilhar certas impressões e também para fazer-me lembrar cotidianamente que sou um simples mortal neste Universo gigantesco. Lembrar que não sou nada além de um átomo perdido num grão de areia chamado Via Láctea que, por sua vez, está perdida no meio de um deserto chamado Universo (aliás, há uma teoria que diz existir mais grãos de areia numa praia do que estrelas visíveis no Céu... fantástico, você não acha?).

Hoje percebo o Fanática como uma ferramenta de auto-conhecimento, um lugar para exercitar palavras e afiar idéias. Quem me conhece sabe do meu desejo de escrever um livro, talvez o Fanática seja o começo de tudo (ou não, vai que é o “fim de tudo”)...

Não posso também deixar de agradecer aos ocasionais leitores que já estiveram por aqui ao longo desse primeiro ano... Alguns comentam os posts (quando há o que comentar), outros preferem ficar só na leitura e, alguns simplesmente passam. Mas todos são importantes e sou grato a todos que, voluntária ou involuntariamente, estiveram por essas bandas. Não que eu me preocupe em ser popular (muito longe disso), mas, mesmo acreditando que todos somos ilhas, às vezes é interessante criar pontes e compartilhar certas impressões sobre o tudo ou sobre o nada.

O mundo continua girando e eu na minha “fanática indecisão” de acompanhá-lo...

Espero poder ter vários anos de blog para comemorar (e compartilhar) pela frente.

“Nada dura para sempre, porém tudo pode ser eterno... depende da forma que você vê”...

Willian A. Provezi

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Devaneio (9)

“Sabe aquele sonho que eu tinha de mudar o mundo?
Pois é... Eu acordei e o mundo já estava diferente...”

Willian A. Provezi


Obs: na primeira postagem do ano, eu queria escrever algo mítico, apoteótico, engraçado ou genial, porém, só me veio esse mero devaneio...

Fanática indecisão até na hora de escrever.

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