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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Comunicativos ou retraídos? (2)

Fanática na ativa (ou quase!). Sim, um bom tempo sem postar e distante disso aqui... Mas sempre acabo voltando! =)  E dessa vez é para falar de algo viciante...


Ah, esses vícios que insistimos em alimentar! Há 3 (longíquos) anos, escrevi um post aqui no Fanática falando sobre o uso (já na época excessivo) de redes sociais. Na época, não tinha ainda um bom celular com facilidades, mordomias e todo tipo de vícios que os Apps proporcionam. Hoje, olhando em retrospectiva, percebi que mudei, já não sei mais sair de casa sem olhar o aplicativo que informa se há trânsito (ou blitz, como queira) pelo caminho. Já não dá mais prá ficar num barzinho sem tirar uma foto do prato e postar numa rede social que está interligada a outra e gera “likes” e “coments” (que são devidamente respondidos, gerando mais “coments”). Sem falar na “lista de presença” do lugar, o famoso “check-in” que fazes associado talvez a alguma foto ou marcando pessoas. Bem por isso percebo que me inseri em algo que tomou conta de quase todas as facetas de minha vida. E não se engane, também pode tomar da sua (sim, parece que sou um viciado falando sobre o uso de “dorgas”). A grande questão é que isso nos leva a perder momentos preciosos e únicos, onde a interação fica para segundo plano, importando mais a quantidade de curtidas, comentários, compartilhamentos que você recebe ao realizar qualquer coisa (uma bela massagem no ego, não?!)... E essa é a proposta do vídeo/ação abaixo, além de ser original, engraçada, ela também é muito reflexiva. 




Podemos olhar nos olhos uns dos outros ou podemos ficar nos olhando através de redes sociais. 
Ví enquanto passava pelo Portal Administradores.

Agora licença, deixa eu ir ver quem curtiu meu post no face...  ¬¬

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Willian A. Provezi

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Conectividade em números no Brasil

Para reforçar meu post anterior, segue vídeo bem bacana que ví no Mundo do Marketing onde traduz-se em números o alcance e poderio das redes sociais. São dados interessantes, curiosos e que nos fazem pensar no potencial de mercado existente, no tipo de vida que iremos levar adiante e nas oportunidades mercadológicas.

Claro que, reforça também a idéia de "ilhas digitais", cada um imerso em seu mundinho virtual "comunicando-se" com outros "mundinhos virtuais", porém, o bom senso deve predominar em cada um.



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Comunicativos ou retraídos?

Lendo uma notícia que saiu no Yahoo Tecnologia, fiquei pensando no quanto estamos “virtualizados”. Com o advento das redes sociais, ficamos cada vez mais interligados, já não há barreiras que impeçam a comunicação das pessoas. Será que estamos mais comunicativos ou mais retraídos? Você adiciona pessoas no orkut/face/msn/twitter/similares mas não tem coragem de olhar nos olhos delas ao cruzar na rua/elevador/sala de aula/trabalho/afins, quanto mais puxar uma conversa...

Nada contra rede sociais, porém, há de se ter limites (e cada um deve observar o seu). Sua vida não pode girar em torno do mundo virtual e muito menos ser presa a ele. No post anterior eu citei minha relutância em criar perfis em redes de relacionamento. Além da questão de ter ou não conteúdo, eu reluto por ter uma visão antiquada (e talvez, romântica) da coisa. Prefiro encontros em praças, ao ar livre, olhando nos olhos, tomando um café/chopp/cervas/afins, sentindo a proximidade, podendo tocar, desfrutando um momento que não volta.

Sei que, nesse mundo veloz, as pessoas precisam comunicar-se com rapidez, porém, deixemos isso para questões mais profissionais ou para casos onde a distância física se intromete. Em todas as outras ocasiões, vamos manter o contato humano por perto, o olho no olho, as conversas em praças, os encontros nos fins de tarde e afins... O “mundo” já é meio insensível por causa dos homens, não vamos tornar ele um lugar frio e estranho (a culpa disso será única e exclusivamente nossa)...

Ah! Não sou muito bom com interação humana (quem me conhece sabe), tenho meus defeitos e minha timidez. Também não sou contra as redes sociais (quando usadas com moderação, claro). Mas percebo certa tendência à extinção do “contato físico” em prol do mundo de conexões virtual.

Será que estou sendo pessimista demais?
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