sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Então, 31...

Neste ano não vou  me estender em reflexões e nem falar em nostalgia, contemplações já fazem parte do meu cotidiano... Simplesmente tomarei a liberdade de fazer minhas as palavras do HGessinger:

“Que susto eu levei quando olhei no espelho, CARALHO como estou ficando velho! Ainda bem que tú estás comigo! ... Que pena ter que ter só dez mil anos, cara falta tempo sobram planos...  já não sei mais nada que eu sabia..."


"Sei que parecem idiotas as rotas que eu traço, mas tento traçá-las eu mesmo..."
HGessinger como sempre, presente...

Surpresas: Livro do HG, palheta, capa de guitarra e outros mimos! Incentivos...
Obrigado minha linda Elo!  =]

Ah! E parabéns prá mim!
=D

Willian A. Provezi


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Pálido Ponto Azul

Pálido Ponto Azul é uma fotografia icônica tirada pela sonda Voyager 1 em 14 de fevereiro de 1990. 

Ao passar por Saturno foi enviado um comando a sonda para que a mesma se voltasse em direção a região onde deveria estar nosso planeta e fotografasse. A foto é linda, perturbadora, reveladora, extasiante. Inspirado nela, Carl Sagan escreveu o livro “Pálido Ponto Azul” e parte dele está no ótimo vídeo abaixo.



“Conheci” Carl Sagan através da fantástica Série Cosmos, passava horas assistindo e me maravilhando com todo o conhecimento existente e frustrando-me com toda a falta de conhecimento existente, como diria René Descartes "daria tudo o que sei pela metade do que ignoro". Carl Sagan deixou um legado esplêndido e inspirou a muitos (inclusive eu) a buscar o conhecimento ao invés de aceitar explicações prontas. Para saber mais sobre Carl Sagan, sua vida e obra, vá na Wikipedia.


Quanto  a Voyager 1, hoje ela navega pelo Universo e continua ainda nos enviando dados interessantes.


“...prá entender basta 600 anos de estudo ou 6 segundos de atenção...”  HGessinger

Willian A. Provezi


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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Vamos ao protesto

Nos últimos dias nosso país foi tomado por uma onda de protestos (nenhuma novidade) que começou por um movimento de esquerda ligado à esquerda (óbvio) e outros movimentos radicais. O movimento se proclama “apartidário, mas não antipartidário” e tem como objetivo a causa do passe livre/gratuito como forma de inclusão social e até como gerador de mudanças (não são palavras minhas, são palavras deles).



Pois bem, estive ontem na manifestação que ocorreu em Blumenau, tudo muito “correto”, sem atos de vandalismo e muita, muita gente.  Num primeiro momento, foi uma manifestação organizada e orquestrada pela vertente do movimento local, mas que, a exemplo do que acontece no restante do país, reuniu muitas outras causas. Havia de tudo, desde cartazes bem humorados, faixas falando da esfera federal e também do municipal. Mas senti uma estranheza, na real, era visível: a falta de bandeiras de partidos/movimentos políticos. Por incrível que pareça, o movimento originado pela esquerda com atos questionáveis de vandalismo (e atos grotescos de uma polícia despreparada ou, talvez, orientada para aquilo), culminou em quase uma revolta popular. Mas não é uma revolta familiar para a esquerda, com confrontos contra um exército e seu sistema opressor, ou contra um presidente que “roubou a poupança” ou ainda, contra o FMI. A revolta é contra um sistema corrupto que hoje é orquestrado pela mesma “esquerda” (vai, uma “pseudo-esquerda”). Esquerda essa que, para os desavisados, já se perpetua há 10 anos no poder (tempo suficiente prá mostrar a que veio, não acham?). 

Hoje, tentando entender um pouco mais do que está acontecendo, percebi que a esquerda está “amuada”, não é o jogo dela esse movimento. Percebi através de sites, colunas, blogs e perfis de esquerda, certo tom de “desprezo” pelos manifestos ocorridos em Blumenau e no restante do país. Hoje o movimento que originou tudo abriu mão da manifestação se dizendo contrário a magnitude que o protesto alcançou (e também o fato de manifestantes partidários de esquerda terem sido rechaçados do movimento). Não sou de esquerda (acho que já ficou claro) e não sou de direita (na real, acho esses termos ultrapassados nos dias atuais), sou contra qualquer governo que explore seu povo. Não sou a favor sequer da saída do governo vigente (a menos que algo grave aconteça/seja descoberto), todos foram eleitos democraticamente e é assim que tem de ser. Sou a favor de reformas políticas e não a "troca" de políticos. E também não me interessa passar por momentos de incerteza e instabilidade política/econômica só porque resolvemos depor um presidente (acredite, não há muitas boas opções hoje). Sou sim a favor de uma mudança consistente, que nossos governantes percebam que cansamos de falatórios, de promessas, de “faz de conta”, de auxílios-qualquer coisa, de roubos, desvios, falta de segurança, falta de hospitais, impostos abusivos (e sem retorno), leis absurdas, infraestrutura decadente, um povo iletrado e com uma educação inexistente (entre tantas outras coisas). Hoje nos cobram uma bandeira partidária (afinal, movimento nacionalista sem bandeira só pode significar “ditadura”), mas, não preciso ser religioso para ser contra as religiões e não me deixar iludir pelas falsas promessas. Está na hora de pararmos com essas ideologias comunistas/fascistas/socialistas//militaristas/etc, isso é coisa do século passado! 

Vivemos em um mundo dinâmico, com outros personagens atuantes e incorporados ao cotidiano (claro, é sempre bom ficar de olho em aproveitadores, afinal ninguém quer um golpe). O que precisamos é um governo sério e profissional (sim, profissional). Parar com essa demagogia política ligada a interesses "sociais" que levam mais dinheiro para um grupo seleto. Essa é a cara do país, os nossos jovens não pensam mais em “direita e esquerda”, não há mais lugar para certas ideologias. Precisamos aprender com o que a história nos mostra e aprender com os nossos recentes atos. Sou completamente contra a qualquer ato de vandalismo (nós pagamos a conta, certo?), mas quero um Brasil diferente para mim e para quem mais vier depois...


“... quem viver verá: a força bruta, a face oculta, num museu de cera...” 
 HGessinger como sempre, presente.

Willian A. Provezi

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Comunicativos ou retraídos? (2)

Fanática na ativa (ou quase!). Sim, um bom tempo sem postar e distante disso aqui... Mas sempre acabo voltando! =)  E dessa vez é para falar de algo viciante...


Ah, esses vícios que insistimos em alimentar! Há 3 (longíquos) anos, escrevi um post aqui no Fanática falando sobre o uso (já na época excessivo) de redes sociais. Na época, não tinha ainda um bom celular com facilidades, mordomias e todo tipo de vícios que os Apps proporcionam. Hoje, olhando em retrospectiva, percebi que mudei, já não sei mais sair de casa sem olhar o aplicativo que informa se há trânsito (ou blitz, como queira) pelo caminho. Já não dá mais prá ficar num barzinho sem tirar uma foto do prato e postar numa rede social que está interligada a outra e gera “likes” e “coments” (que são devidamente respondidos, gerando mais “coments”). Sem falar na “lista de presença” do lugar, o famoso “check-in” que fazes associado talvez a alguma foto ou marcando pessoas. Bem por isso percebo que me inseri em algo que tomou conta de quase todas as facetas de minha vida. E não se engane, também pode tomar da sua (sim, parece que sou um viciado falando sobre o uso de “dorgas”). A grande questão é que isso nos leva a perder momentos preciosos e únicos, onde a interação fica para segundo plano, importando mais a quantidade de curtidas, comentários, compartilhamentos que você recebe ao realizar qualquer coisa (uma bela massagem no ego, não?!)... E essa é a proposta do vídeo/ação abaixo, além de ser original, engraçada, ela também é muito reflexiva. 




Podemos olhar nos olhos uns dos outros ou podemos ficar nos olhando através de redes sociais. 
Ví enquanto passava pelo Portal Administradores.

Agora licença, deixa eu ir ver quem curtiu meu post no face...  ¬¬

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Willian A. Provezi

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

2013


Alaska (Photo: @geology.com)
O ano novo chegou e trouxe junto inúmeras possibilidades (frase clichê prá dizer mais do mesmo)... É interessante notar a cada ano que passa como as coisas são “imutavelmente perecíveis”, há uma mistura entre dissolução e perenidade e uma linha muito tênue separa essas duas ações, costumo achar que tudo é diferentemente igual, mais ou menos como eu repetir numa nova postagem que “as vezes tudo muda e continua tudo no mesmo lugar” (básico HGessinger estar presente, tudo novo, de novo)...

Velhos questionamentos sempre me perseguem, novas conclusões me chegam a cada momento, velhas lembranças sempre vêm à tona, novos momentos se materializam em minha frente, velhos medos continuam comigo, novas atitudes me rodeiam a todo instante... A vida é feita disso, de momentos únicos, de pessoas novas, de antigas amizades e de experiências que chegam de todos os lugares e situações, tudo isso prá mostrar o quanto ainda preciso evoluir e aprender...
Às vezes penso que meu caminho (ou minha experiência, como queira) aqui é linear, indo de um ponto a outro e com várias paradas onde posso ver longe o que passou. Noutras acho que há voltas, círculos, onde às vezes pareço avançar só para chegar onde estive há pouco. Não sei ao certo onde isso tudo leva, mas sigo (tudo indo, só não se sabe prá onde...).

É duro notar o quanto você é falho e perceber que isso pode estragar muitas coisas boas, é duro aprender com erros, mas é preciso encarar isso de frente, perceber que não há certezas imutáveis ou verdades absolutas, aprender que não é possível agradar a todos e que nem sempre é possível agradar a si mesmo.


2013 está sendo quase um recomeço, onde optei em deixar muito do passado para trás mas também resgatei muito do passado para presente. Há novas oportunidades em cada momento, há outras situações que exigem minha atenção, há outros planos para serem concretizados. Parece-me as vezes que o presente nada mais é do que o passado remodelado com os desejos de um futuro melhor (diferentemente igual?).

Enquanto isso a vida segue, a cada dia você muda, a cada dia você cresce, a cada dia você continua sendo, você. A diferença está na forma como você enxerga e reage a tudo.

Willian A. Provezi
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domingo, 23 de dezembro de 2012

Então, é Natal...


Então, passamos o ano inteiro repetindo “ah, chega Natal” e ele novamente chegou... O ano passou voando (me parece que cada vez mais ele passa rápido) e milhões de coisas aconteceram (tanto comigo, quanto com o mundo)... Natal é época de juntar a família, de rever pessoas e de comer muito. Hoje não tenho mais o mesmo sentimento pelo Natal como era na infância, onde ficava contando os dias para a data. Na real, hoje me parece um tanto “deslocado” o sentido da data, não acredito no “nascimento do menino Jesus” e muito menos no Papai Noel. Claro que é uma data onde todos ficam mais “receptivos”, mais “emotivos” e etc, porém a vejo como qualquer outra...
Aliás, aí vai um pouco de história:

Dia 25 de dezembro, data onde se comemora o Natal Cristão, é historicamente uma data tida como “pagã”, ou seja, não cristã... Principalmente nos países da Europa, a partir do dia 21 de dezembro, comemorava-se o solstício de inverno, ou o “(re)nascimento do Sol”, ou seja, quando a “Deusa” dá a luz ao seu filho, cuja vinda iria afastar as terras das “trevas do inverno”. Durante o festival eram feitas oferendas e celebrações em todas as aldeias/cidades do mundo conhecido, e rituais que simbolizavam a fecundidade e o nascimento daquele que traria luz ao mundo. Todo o evento é cercado por simbolismos, havia o hábito de enfeitar as casas com pinheiros e outras árvores, que tem a característica de se manterem verdes, simbolizando a continuidade da vida. Os “sinos” eram também colocados, pois simbolizavam a fertilidade feminina. O hábito da troca de presentes vem do Festival Saturnália, dedicado ao deus romano Saturno, onde todos podiam ser “generosamente iguais”. Somente no século 3 d.C., é que a igreja Católica, cansada de ver seus fiéis escapando  e aprontando todas nessa época, resolveu ligar a festa pagã ao nascimento de Jesus que, diga-se de passagem, ninguém sabe quando (e se) nasceu. A coisa é muito complexa e a história se mistura muito, para se ter uma ideia, os cristãos Ortodoxos adotam o calendário Juliano (que é a base do nosso Calendário Gregoriano) e comemoram o Natal (nascimento de Jesus) no dia 07 de janeiro.
Ok, gosto de história mas reconheço que não sou tão bom em contar ela, só quis mostrar um pouco do que é realmente essa data, vejo pessoas comemorando algo sem sequer saberem motivo/significado para tal....

But anyway, dia 24 de dezembro é também a comemoração do #Gessingerday, que nesse ano vai ter algo especial, 1berto Gessinger fazendo o que deve ser a última twitcam do ano. Começa as 24h do dia 23 ou 0h do dia 24, #tantofaz ... Vai ser ótimo!

Finalizando, gosto desse período de Natal/Fim de Ano justamente para fazer um balanço do que se passou (ok, vivo fazendo isso  ¬¬  ...).

O ano se encerra de uma forma muito diferente daquela que imaginei quando começou, algumas mudanças ocorreram ao longo do trajeto. Mudanças que me mostraram inúmeras coisas e trouxeram muitas experiências e lições.  Claro que não consegui agradar em todos os momentos, claro que frustrei em várias situações, claro que decepcionei em muitos aspectos, isso é algo básico (afinal, sou humano e errar faz parte disso). Fiquei “matutando” sobre e me veio isso:

“Crescer implica em cometer erros;
Amadurecer implica em aprender com os erros;
Sabedoria implica em perceber que os erros são vitais...” 

Mas quero acreditar houve muitas coisas legais, houve momentos bons e, por mais inusitado que pareça, esse ano me trouxe algo ótimo! Ótimo por que não substitui, ótimo por que é único, ótimo por que é imperfeitamente belo. Como diria Gessinger “há um tempo certo para tudo, para tudo uma razão...”.

Gostaria de desejar aos ocasionais leitores um ótimo Natal/Fim de Ano! Sim, amanhã será só mais um dia como tantos, mas é isso que torna tudo tão interessante... ou não?

Willian A. Provezi
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Tempo (2)


Ultimamente venho pensando em muitas coisas, vários assuntos e ideias me surgem para “por no papel” e criar uma postagem. Porém há um tema recorrente e é algo que me faz quase enlouquecer ao me aprofundar. É sobre o Espaço/Cosmos/Universo. Sou apaixonado pelo Céu desde pequeno, sempre fiquei extasiado com o que acontecia numa noite estrelada e bem escura, dava para se ver muitas estrelas. É um espetáculo gigantesco e te faz pensar na sua insignificância frente ao tudo. Já falei anteriormente aqui no Fanática, mas sempre tive uma vontade de dedicar mais do que uma referência a esse assunto que acho espetacular...
Imagem feita pelo Telescópio Hubble onde pode-se ver inúmeras Galáxias. Fonte: Wikipédia
Acho fantástica a imensidão de tudo e no quanto o tempo/espaço é relativo. Vivemos aqui em nosso mundinho (que é maravilhoso, diga-se de passagem), com todas as nossas aspirações, alegrias, tristezas, preocupações, criações, enfim, todo o drama diário, sem perceber que isso é NADA em relação ao tudo, em relação ao Universo nós sequer vivemos no presente. Para se ter uma ideia, a luz do Sol demora em torno de 8 (oito) minutos para chegar até a Terra, isso quer dizer que, se acontecer qualquer coisa com o Sol (explodir, implodir, apagar, evaporar, derreter, whatever) só iremos saber daqui a oito minutos. O que para nós é futuro (daqui a oito minutos) para o Universo é passado (há oito minutos). Tudo o que vislumbramos numa noite de Céu estrelado pode não existir mais da forma como vemos, tudo o que vemos no Céu é o passado (sim, olhar estrelas é contemplar a história!). 

A estrela mais próxima de nós depois do Sol, chama-se Proxima Centauri e está a meros 4,22 anos-luz de nós (lembrando que a luz viaja a uma velocidade de aproximadamente 300.000 Km/s, isso mesmo, trezentos mil Kilômetros por segundo! Absurdamente rápido). Agora, pensa na distância absurda que é 4,22 anos-luz, é o tempo que a luz dessa estrela leva para chegar até nós. Sabe o que é melhor? A Galáxia mais próxima da nossa Via Láctea é a Andrômeda, a meros 2.900.000 anos-luz de nós (sem comentários)...
Proxima Centauri (o pontinho vermelho ao centro). Fonte: Nasa Images
Estima-se que existam na Via Láctea aproximadamente 100 bilhões de estrelas, cada estrela possui algum tipo de sistema ao seu redor, isso nos faz pensar na quantidade de planetas existentes (somente na Via Láctea). E existem bilhões de Galáxias...
Imagem fantástica em Infravermelho de Andrômeda. Fonte: Wikipédia  
É de se pensar no quanto somos insignificantes em relação ao Universo, todo nosso conhecimento, tecnologia, todas as disputas, as intrigas, mesquinharias, todos os dramas diários, os “medos”, tudo isso é nada. 

"Do nada para o nada" 

"... prá entender basta 600 anos de estudo ou 6 segundos de atenção..." HGessinger parafraseando Osho.

Gosto da ideia de que não estamos sozinhos (sequer entrei nesse assunto), que existem formas de vidas mais avançadas/evoluídas do que a nossa... Gostaria de estar vivo para ver tudo o que ainda nos aguarda, mas o tempo urge e meu relógio biológico é terráqueo, não Universal... 

Willian A. Provezi
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

30


Então, trinta. 

Um número estranho e ao mesmo interessante. Três décadas de uma só existência, 30 anos são aproximadamente 913 meses ou 10958 dias, como diria Gessinger “... e eu, o que faço com esses números?”. Aliás, enquanto escrevo essas linhas ouço Engenheiros do Hawaii, uma banda que me acompanhou durante grande parte desses trinta anos e foi trilha sonora em muitos momentos desses meus 10958 dias.
Trinta anos remete a reflexão, é onde “misticamente” está inserido o Retorno de Saturno, período no qual você “revê” sua vida e busca acertar os pontos, os poréns (whatever), é uma idade onde você se afirma (ou não) como indivíduo. Reflexão é o que não me falta. Já escrevi que sou nostálgico, vivo pensando no que passou e no que vivi. A cada ano que passa venho acumulando histórias, venho acumulando pessoas, venho acumulando coisas. É interessante notar o quanto as coisas mudam, como as pessoas passam, como o tempo vai. Então o acúmulo é na verdade de lembranças...

Ao longo desses trinta anos muitas coisas aconteceram ¬¬ (claro!). Quando pequeno, sonhava em praticar karatê (mesmo sem saber ao certo como seria) e descobri que isso faz parte de mim, me identifico demais com toda a filosofia por trás das técnicas. Cursei uma faculdade que nunca havia me imaginado cursando (e hoje me identifico demais com a área), não aprendi a nadar e continuo com medo de lugares com água acima da cintura (eu e meus medos). Lí inúmeros livros, por conta disso ganhei até o apelido de “o homem da praça”, pois era prá lá que ia ler. Aliás, a praça continua fantástica e ainda a considero meu quarto fora de casa... Gostaria poder descrever tudo o que já tive de marcante, mas minha memória já não me ajuda mais.

O estranho é que não me sinto com trinta, sempre me senti bem mais novo do que realmente sou. Vejo pessoas da minha idade com filhos, “estabilidade” amorosa/financeira/familiar e não me identifico com elas, me identifico mais com pessoas de 18 ou 20, com sua “irresponsável maturidade” e sua vontade de mudar o mundo enquanto explora todos os seus cantos...

Fiz algumas dessas reflexões em outros aniversários (27 e 28) e, mesmo estando no passado, essas reflexões ainda me são bem atuais. Mantendo a tradição, continuo acordado na virada para o “meu dia”, revendo tudo o que passou, pesando todos os erros, buscando explicações para coisas inexplicáveis e tentando fugir de coisas que estão em mim. Ao mesmo tempo me vem um sorriso no rosto ao lembrar dos muitos momentos ótimos que tive, das pessoas fantásticas que caminharam/caminham um tempo ao meu lado (como não lembrar de você?), das descobertas simples que me deixaram extasiado, das coisas boas que já me aconteceram. É um momento de balanço individual onde preciso deixar certas coisas no passado, consertar o que estraguei e seguir adiante.

“... eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem que não passa por aqui...” HGessinger como sempre, presente...

“Por isso tento não pensar no tempo, pois isso me tira o pouco tempo que tenho” (preciso praticar isso, urgente!)  Willian A. Provezi


Não me sinto velho, não me sinto jovem, me sinto como se não tivesse vivido ainda tudo o que é possível viver...  ;)


Ah, quase ia esquecendo, parabéns prá mim!  

Willian A. Provezi
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sábado, 22 de setembro de 2012

Meu belo vício...


Eu ainda ando pelas mesmas ruas, frequento os mesmos locais, “esbarro” com quase as mesmas pessoas, porém tudo está diferente. Olho para aquela janela, aquela sacada e não te encontro mais, não sinto mais “familiaridade”. O tempo passa, a distância aumenta e a sensação de vazio consome... Preciso de férias de tudo, de mim, de você, de nós e da minha vida complicada. Sei que os problemas me acompanharão, que pelo menos me acompanhem para um lugar bacana, onde eu seja “neutro”, desconhecido e passe despercebido. Mas sinto sua falta...

“Desde aquele dia nada me sacia, minha vida está vazia desde aquele dia...” HGessinger como sempre, presente...




Willian A. Provezi

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Devaneio (17)

Estou atravessando mais uma fase, mais uma entre tantas... Cheguei numa encruzilhada do caminho e tomei uma direção sem saber ao certo quem me acompanharia, se esperaria por alguém, se estaria solitário, se encontraria alguém para compartilhar meus passos...

O interessante de chegar ao fim de fases é a reflexão que isso traz, fico muito introspectivo, fico revendo situações e tentando absorver o “tudo que aconteceu” da melhor forma... "Você faz o que teoricamente é o certo mas não se sente como se tivesse acertado" ... Mas, tudo é uma questão de ponto de vista, enxergar a mesma coisa por outro ângulo...

 "... é hora de rever os planos, o mundo não é plano, não para de girar..." 
HGessinger sempre presente...

  

O que é passageiro? 
O inevitável... 
E o que é permanente? 
As lições do inevitável. 

 "A pessoa mais fácil de você enganar é a você mesmo" (Edward Bulwer-Lytton)

 ... 

 Willian A. Provezi

sábado, 21 de julho de 2012

Devaneio (16)

Lembrar de não fazer perguntas que já sei a resposta...






Obs.: lembrar também de não fazer perguntas das quais não quero saber a resposta...


Willian A. Provezi

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Devaneio (15)

"O tempo é um grande amigo e um excelente aliado”

A vida prega peças e o mundo dá voltas, muitas voltas... Pessoas deviam aprender a não criar expectativas demais (eu preciso aprender a fazer isso), queremos tanto, buscamos tanto, depositamos tantas coisas nas mãos das pessoas e nos “frustramos” quando não temos o retorno esperado. Então, a outra parte está errada, a outra parte se aproveitou, a outra parte desprezou o que oferecemos... Não percebemos que estávamos esperando demais da outra parte, que talvez ela não estivesse na mesma sintonia. O engraçado é que sempre culpamos a outra parte por não corresponder às expectativas que nós mesmos criamos. A pessoa nem sabe que você existe e você está “de mal com ela” por ela não te “enxergar”...

Está na hora de perceber que somos senhores de nosso destino, não precisamos e nem dependemos de ninguém para nada. Parar de culpar os outros por aquilo que nós provocamos, parar de esperar dos outros coisas projetadas por nós, parar de depositar nas mãos de outros a responsabilidade de fazer com que o futuro seja bom... As pessoas não se completam, elas se somam... 

“Pessoas são só pessoas tentando ser pessoas melhores” 

“Mesmo não sendo nada em relação a tudo, você é algo em relação ao nada” Willian A. Provezi ¬¬ 

“...fácil achar o caminho a seguir num mapa com lápis de cor...” HGessinger sempre presente... 



Obs: se você achar legal qualquer coisa que esteja por aqui e for copiar partes do que escrevo para colocar em outro lugar, agradeço se ao menos citares a fonte. Não quero ficar “famoso” mas não é legal ser plagiado. ¬¬ 

Só sei que nada sei... (então, sei algo?) 

(péssimo saber que justamente a única coisa que não posso/quero vai me afastar de você) 
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Minha/Sua Verdade...



Minha Verdade é mais bonita do que a sua... Sua Verdade é mais sincera do que a minha...
Minha Verdade é mais inteligente do que a sua... Sua Verdade é mais madura do que a minha...
Minha Verdade é mais conveniente do que a sua... Sua Verdade é mais compreensiva do que a minha...
Minha Verdade é mais dolorosa do que a sua... Sua Verdade é mais profunda do que a minha...
Minha Verdade é mais aceitável do que a sua... Sua Verdade é mais honesta do que a minha...
Minha Verdade é mais perturbadora do que a sua... Sua Verdade é mais conveniente do que a minha...
Minha Verdade é mais arrebatadora do que a sua...Sua Verdade é mais sublime do que a minha...
Minha Verdade choca mais do que a sua... Sua Verdade machuca mais do que a minha...
Minha Verdade me deixa forte... Sua Verdade te deixa tranquila...
Minha Verdade vai me fazer superar... Sua Verdade vai te ajudar a esquecer... 

Minha/Sua Verdade...
Falamos da mesma verdade e não percebemos que a verdade tem ângulos diferentes...


Willian A. Provezi


 Venho pensando nisso faz dois dias.

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domingo, 6 de maio de 2012

Dez-a-bafo (5)


A vida não vem com um manual onde você possa consultar quando aparecem coisas inesperadas... Estou atravessando um caminho longo, uma jornada que tem muitas paradas e um destino incerto (tudo indo, só não se sabe para onde)...
Aprendemos com os erros, com o que perdemos, com o que nos é negado, já as coisas boas simplesmente vivenciamos. Mais ou menos como num jogo de videogame, existe a euforia de começar uma nova fase, no início os desafios e objetivos são fáceis de lidar, engraçados até. Porém, conforme o jogo avança, não há mais divertimento gratuito, ele é mesclado com a ansiedade de superar um desafio, vencer a fase. Às vezes ficam-se horas, dias até, na mesma fase, tentando passar pelos oponentes, tentando superar um obstáculo.  Chega a ser frustrante enquanto não se consegue, chega a dar raiva do jogo, uma sensação de “desprezo” toma conta e você até pensa em abandoná-lo, mas o desafio de conquista fala mais alto e você insiste, não percebendo que todas as tentativas frustradas te ensinam a não cometer o mesmo erro durante o jogo, não ir pelo caminho onde não vai ter saída ou será mais complicado. E então, depois de muitas tentativas, erros, frustrações e raivas, num belo momento você passa a fase. E esse momento é de “alívio”, um sentimento de euforia toma conta, mostrando que és capaz de absorver os erros e transformá-los em aprendizado para seguir adiante. Tudo lhe prepara para a próxima fase, o jogo continua e os desafios surgem, alguns se repetem, alguns são “complicadamente novos” e toda a euforia que sentias ao atravessar a fase vem por terra na hora em que entras em outra fase...

Assim como num jogo de vídeo game, a vida nos ensina através dos erros, das perdas, dos dias complicados e das noites sem dormir (com a única diferença de que você não consegue dar “restart” na vida). Mas as fases sempre passam e são mescladas com momentos de euforia e alegrias, não percebemos que tudo nos prepara para os próximos momentos, para as próximas fases. Os momentos bons servem para serem desfrutados, compartilhados, espalhados, é algo “macro”, por isso os vivenciamos intensamente. Já as fases ruins servem para serem absorvidas, servem para reflexões, para nos ensinar, para nos moldar, para nos fazer olhar algo com outros olhos, é algo “micro”, introspecção... E tudo nos ajuda na caminhada. E claro, precisamos também contar com a sorte, não se passa de uma fase para outra sem a sorte (tanto em vídeo games quanto na vida)...

“Nada dura para sempre, porém tudo pode ser eterno... depende da forma que você vê”... 
Willian A. Provezi

“Com a vitória você segue adiante, com a derrota você cresce” Willian A. Provezi

“... foi o fim de uma viagem e o guia estava errado...”  e  “pra quem quer saber porque ganha e porque perde, esqueci de mencionar mais uma dificuldade: ao contrário dos esportes, na vida nem sempre é fácil distinguir as vitória das derrotas” HGessinger sempre presente...

Fanática Indecisão em seguir adiante...

Willian A. Provezi

sábado, 24 de março de 2012

Não é sempre + nunca é sempre

Duas composições de Humberto Gessinger que sempre fizeram um sentido enorme para mim nas mais variadas fases. Há muito tempo que elas me soam como um mantra... Embora sejam músicas diferentes, no álbum (Várias Variáveis) as duas parecem uma música só... Tentei achar na net um vídeo com as duas juntas mas não encontrei...

"... as vezes tudo muda e continua tudo no mesmo lugar..."



domingo, 18 de março de 2012

Devaneio (14)

Vários em um...

"Só quem está perdido pode se encontrar", essa frase me surgiu num momento de reflexão há muito tempo atrás, o engraçado nela é que ela vem se “repetindo” constantemente em minha vida, quase uma rotina já...
Quando me perguntam “tudo bem?” eu digo: “tudo indo, só não se sabe prá onde”. Sim, continuo indo e sim, não sei prá onde… tanto faz o sentido que você dê a essa frase, no fim das contas ninguém sabe para onde está indo…

Lembrei-me de uma frase que lí num livro do Paulo Coelho há muito tempo atrás e que traduz um pouco desse meu momento: "Esperar é doloroso. Esquecer é doloroso. Mas não saber o que fazer é o pior tipo de sofrimento”.

“...fácil achar o caminho a seguir num mapa com lápis de cor...” HGessinger sempre presente...

"Se você não gosta do que faz, só existem duas alternativas: mudar de atividade ou mudar de sentimento...” Willian A. Provezi

Nem sempre as coisas são como a gente quer, acostume-se! Como se fosse fácil... ¬¬

Coerência “zero” no texto, mas faz um sentido enorme para mim...

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Willian A. Provezi

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2012!

Sim, Ano Novo chegando novamente! E com ele vêm os votos de felicidades, prosperidade, saúde, dinheiro e etc, etc, etc... É uma data especial para muitos e nem tanto para outros muitos. As pessoas vivem um momento quase “mágico” na virada, com todas as possibilidades se abrindo a sua frente, mas esquecem de tudo logo depois, quando são absorvidos pela rotina diária e entediante de suas vidas. Não sou pessimista a ponto de desacreditar na capacidade humana de prosperar, se superar e realizar mudanças, na verdade me surpreendo até com esses processos e me empolgo com as evoluções cotidianas.

Isso me lembra parte de um texto que escrevi há algum tempo atrás:
 “a vida se encarrega de “absorver” as falhas e transformá-las em aprendizado/experiência, porém, esse momento de transição entre fazer a cagada (desculpem a expressão), tentar consertar e assimilar como aprendizado/experiência, acaba sendo angustiantemente demorado. Depois que passa, a gente ri...”


Aqui no Fanática já escrevi alguns textos que falam sobre esperança, “sinceridade própria”, devaneios e tudo mais, por isso não quero ser repetitivo sobre esses temas... Só quero que você pare para pensar no quanto está evoluindo como pessoa e no quanto as coisas estão mudando ao seu redor... Não sou nenhum exemplo a ser seguido e não tenho pretensão de ser, sou "igual" a todos e sujeito a erros (falando assim, parece que sou um ET travestido de humano e tentando conquistar o mundo...hahaha) ...

Aproveito para deixar outras frases que fazem sentido para mim:

"Se você não gosta do que faz, só existem duas alternativas: mudar de atividade ou mudar de sentimento...” Willian A. Provezi

"Só quem está perdido pode se encontrar"  Willian A. Provezi

“Sabe aquele sonho que eu tinha de mudar o mundo?
Pois é... Eu acordei e o mundo já estava diferente...” Willian A. Provezi

Então, 2012 está aí e pode ser o último ano de nossas vidas (?!) ... mas, tudo bem, você tem um ano inteiro pela frente e, de qualquer forma, ela já é o último, nada que fizeres ou deixares de fazer agora vai se repetir em algum outro momento, os dias/momentos/pessoas/sentimentos/idades/etc são únicos e não voltam...

Feliz último 2012 a todos!
=P

Willian A. Provezi
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Então, continuo indo (só não se sabe para onde)...

OK, eu reconheço: abandonei o Fanática Indecisão e o deixei jogado as moscas/traças (ou qualquer outro inseto que tenha passado por aqui)... Sim, as coisas mudaram e não consegui manter um fluxo de visitas/atualizações...

Nesse meio tempo muita coisa aconteceu, afinal faz quase 1 ano (!) que não apareço por aqui...
É interessante notar como as coisas mudam e continuam "estáticas", algo do tipo "... as vezes tudo muda e continua tudo no mesmo lugar..." (sim, HGessinger sempre presente)... aliás, uma das coisas interessantes que aconteceram nesse período foi justamente o fato de que o HG está alimentando(?) um blog - www.blogessinger.blogspot.com - com textos muito bacanas, pensamentos diversos e várias variações sobre o mesmo tema...

A idéia é continuar a aparecer por aqui e manter esse espaço de pensamentos aleatórios sobre tudo ou sobre o nada, embora eu saiba que tudo é incerto e que "só a mudança é pernanente..." ...

Embora não esteja por aqui com frequência, continuo por lá ocasionalmente @wprovezi

Abraços aos ocasionais (e insistentes) leitores...

Willian A. Provezi
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011


Poucas vezes no ano você sai da sua rotina e muda seus comportamentos como no natal e fim de ano... Hora de rever a família, desejar felicidades aos amigos, fazer um “balanço” do ano que passou, comer muita besteira e, no meu caso, refletir... a reflexão é quase “palpável” em mim nessa época...
Ano passado fiz um texto falando quase a mesma coisa e, relendo ele, pude perceber o quanto as coisas passam rápidas em nossas vidas. Tanta coisa ocorreu de lá prá cá, tantas mudanças, tantos “não”, alguns “sim”, tantos imprevistos, tantas esperanças, sonhos, medos, desafios, enfim, tanto... Percebo que a cada ano as coisas passam mais rápidas, tudo parece mais intenso e, ao mesmo tempo, mais superficial. Você se vê dentro de rotinas que antes eram tidas como quase “impossíveis”, seus amigos casam e você acaba participando do momento, outros vão morar junto e você passa a visitá-los; ganhar um salário já não é suficiente, há outras coisas mais que você quer, há outros desejos, há outras metas… No fim das contas você vai aos poucos se tornando aquilo que “condenava” até pouco tempo atrás… “Só quem está perdido pode se encontrar”…

2010 foi um ano complicado que me trouxe muitas lições. Um ano onde aprendi que certas coisas precisam ser buscadas com afinco, que é preciso acreditar e lutar para se alcançar determinadas coisas. Foi um ano que trouxe de volta o Karatê prá minha vida, onde pude perceber o quanto isso me faz bem e me auxilia, tive de dar um tempo mas sei que estarei de volta no ano que vem. Vi uma grande amiga casar, algo que era “distante” acabou se realizando e tive o prazer de estar lá como padrinho para compartilhar a alegria do casal. Foi um ano onde reatei amizades que estavam abaladas e, mesmo sendo tudo diferente, certas coisas não mudam. Conheci pessoas legais e descobri que “pessoas são só pessoas tentando ser pessoas melhores”. E, também, foi um ano que me trouxe alguém especial, alguém que me faz sorrir, que me faz buscar sempre o melhor, que me ajuda, incentiva e proporciona momentos perfeitos. Sim, “estar apaixonado é uma forma de se ver no mundo” e meu belo vício sabe disso…

Então que venha 2011 com todos seus 365 dias de aprendizados, alegrias, conquistas, frustrações, sonhos, expectativas, enfim, de vida… Acredito que estarei por aqui com o Fanática, talvez um pouco mais presente, talvez não, “gosto de pensar que a maioria das certezas são ‘burras’ e que o inusitado é bem mais interessante do que é planejado...” …

Feliz Ano Novo a todos os ocasionais leitores!

Ah! Só prá não perder o costume:

“… e a certeza de que o último dia de dezembro é sempre igual ao primeiro de janeiro…” H. Gessinger sempre se fazendo presente.

Willian A. Provezi
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal...

Então, chegou (de novo) o Natal e junto "trouxe" o #gessingerday …
Nada melhor do que comemorar essa data com um pequeno vídeo…



Feliz Natal a todos...